terça-feira, 24 de julho de 2012

Fanfic To Eternity - Por Izako-chan

Hoy ^o^ A partir de agora irei postar as fics participantes do concurso >u< peço que por favor leiam e votem tá? *u* let's go >u<



Fanfic To Eternity

Autora: Izako-chan
Blog: Kira Kira Ribbon
Original
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       Sentado em um dos bancos da estação de trem, eu olhava distraidamente para um pássaro que cantava ali por perto. Dei uma olhada em meu relógio de pulso depois olhei ao redor, procurando algum sinal de que Misato estava vindo. Desse jeito ele definitivamente perderia o trem e acabaria se atrasando. Eu conheci Misato no último ano do colegial e ele acabou se transformando no meu melhor amigo. Atualmente, estamos estudando na mesma faculdade, - de acordo com ele, ele tem que estudar na mesma escola que a minha para ter certeza que eu ficaria bem, já que eu pareço uma criança boba - mas em cursos diferentes. Eu estou cursando medicina e ele artes. Tantos os desenhos, como as pinturas dele são incríveis. Eu não duvido nada que ele seja um famoso artista algum dia.
       Levantei-me ao ouvir o trem chegando, eu não podia simplesmente me atrasar para poder esperá-lo. Entrei no vagão e sentei-me dando um suspiro, aquele idiota iria perder o trem. Quando as portas estavam prestes a serem fechadas, um garoto de cabelos loiros entrou apressadamente. Ele respirava fundo, ofegante.

        - Você conseguiu, Misato. – Eu dei uma pequena risada da careta que ele fez para mim.

       Ele se sentou ao meu lado, parecendo cansado – provavelmente ele teve que correr pra poder chegar a tempo. Eu não entendo o que se passa na cabeça desse idiota. Há outra estação bem mais próxima de sua casa, mas ele fazia questão de ir à mesma que a minha, só pra poder me encontrar. Eu já citei o quanto ele é idiota?
       Dei uma olhada no que ele fazia com o canto do olho, vendo-o concentrado em fazer um desenho. Fiquei um tempo o observando e acabei voltando os olhos para algo que me chamou atenção. Marcando a pele branca de seu ombro, estava uma mancha roxa, mas aquilo com certeza não era uma marca de beijo ou algo do tipo; era um hematoma.

       - Misato. – Chamei-o, tirando sua atenção do desenho de uma garota segurando um buquê de flores para que pudesse olhar para mim. – O que foi isso? Você se machucou? – Toquei de leve o local, fazendo-o franzir o cenho numa careta de dor.

       - Não é nada. – Respondeu friamente e tirou a minha mão de seu ombro, puxando mais a manga de sua camisa para não deixar a marca à mostra. – Ake, você ainda compõe? – Perguntou com um sorriso. Perguntei-me se ele estava só tentando desviar o assunto ou estava realmente interessado nisso.

       - Só às vezes. Afinal, eu não tenho tido muito tempo pra nada por causa da faculdade. E eu já falei pra parar de me chamar de Ake. Meu nome é Akemi, é tão difícil assim de falá-lo? – Perguntei emburrado. Eu odiava quando ele me chamava assim.

       - Eu queria te ouvir tocar algum dia desses. E eu te chamo de Ake porque é fofo, combina perfeitamente com você. – Senti minhas bochechas ficarem vermelha. – Viu? Agora mesmo você está muito fofo.

       - Cala a boca. – Murmurei desviando o olhar. Eu também odiava essa mania dele de me deixar sem graça.

       Sai imediatamente do trem ao perceber que havíamos chegado. Eu andava apressadamente e Misato vinha logo atrás de mim, provavelmente com um sorriso no rosto. Aquele maldito...  Eu tinha que atravessar apenas uma rua e estaria na faculdade e estaria livre dele, mas infelizmente o sinal para pedestres fechou e eu tive que parar.

       - Tentando fugir, Ake? – Ele deu uma risada, deixando-me ainda mais irritado.

       - Apenas me deixe em paz. – Misato me puxou e, como ele era mais alto que eu uns 20 centímetros, apoiou seu queixo em cima da minha cabeça.

       Olhei pra baixo, nervoso demais para dizer algo. Olhei em desespero para o semáforo que não ficava verde logo e sai em disparada assim que a passagem foi permitida. Parei de correr apenas quando entrei no campus da faculdade, sentando-me em baixo de uma das várias árvores que tinha ali. Eu respirava com força e apertava os olhos, escutando as batidas aceleradas do meu coração. Coloquei a mão em meu peito, Misato sempre conseguia me deixar assim e eu nunca entendia por quê. Eu preferi ir logo em direção a sala, já que as aulas estavam prestes a começar. E porque eu não queria correr o risco de me encontrar com Misato.

XxXxX

       - As aulas hoje foram tão cansativas... – Resmunguei para a garota que andava ao meu lado. – Como você consegue aguentar, Koyama?

        - Eu já disse que pode me chamar de Tomoe, não disse? – A garota de longos cabelos pretos sorriu gentilmente para mim. – Mas respondendo a sua pergunta, acho que é porque meu pai sempre foi muito rígido, então eu estou acostumada ter que anotar várias coisas sem ficar com a mão doendo.

       - A minha parece que morreu. – Levantei a mão e a deixei mole, balançando-a no ar. Koyama riu e eu sorri em resposta.

       - Alguém já te disse que você é fofo, Kinamoto-kun?

       - Infelizmente, sim. – Rolei os olhos, pensando em Misato. Koyama pareceu ficar confusa com a minha reação, mas eu achei melhor não entrar em detalhes.

        Continuamos conversando coisas aleatórias, como vegetais que não gostamos, até chegar ao pátio da universidade. Eu fixei os olhos no garoto parado no portão, identificando logo quem era. Soltei um suspiro, não era possível que Misato estivesse ali sozinho me esperando. Apesar de que eu nunca o vi sair eu conversar com outra pessoa sem ser eu...

       - Ah, aquele é o Takeda-kun, não é? Ele é seu amigo? – A garota me perguntou, tirando-me de meus pensamentos.

       - Sim. Por que a pergunta? – Eu não me lembrava de alguma vez ter falado sobre o Misato pra ela...

       - Ultimamente várias garotas andam comentando sobre ele. Ele é bem popular entre elas, pra falar a verdade. – Encarei-a, surpreso. – Mas ninguém tem coragem de falar com ele. Dizem que, apesar dele ser uma pessoa simpática e gentil, ele não é uma pessoa muito social. Ele nunca toma a partida de uma conversa, e quando falam com ele, ele parece ficar desconfortável. Mas sempre continua sorrindo.

       - Eh... O Misato nunca foi assim comigo... – Pensando agora, acho que ele também era assim quando o conheci, mas ainda assim não me lembro de ele ter agido alguma vez dessa forma comigo.

       - Você é uma pessoa sortuda. – Eu ergui uma sobrancelha, sem entender por que eu seria alguém sortudo apenas por isso.

        Nós fomos em direção ao portão e quando chegamos mais perto percebi que ele estava conversando com alguém no celular. Preferi me manter ali, não queria bisbilhotar sua conversa. Aquele semblante sério em seu rosto de certeza forma me assustava, aquela ligação não parecia ser boa coisa...

       - Eu vou indo na frente. – Assustei-me ao escutar a voz da garota.

       - Ahh, até amanhã. – Ela acenou pra mim enquanto se afastava e eu fiz o mesmo. Voltei a olhar para Misato, que agora colocava as mãos na frente dos olhos. Ele estava chorando...?

       - Faça o que quiser, mesmo que me bata, eu vou continuar a amá-lo – Sem nenhuma intenção eu acabei escutando sua última frase. Eu fiquei estático. Então ele amava alguém... Ele desligou o celular e voltou os olhos vermelhos para mim; ele realmente estava chorando.

       - Ake! – Ele deu um grande sorriso pra mim; eu não senti verdade naquele sorriso. Abaixei o olhar, eu estava me sentindo estranho. – Vamos pra casa? – Eu balancei a cabeça, concordando.

       Eu simplesmente não estava me sentindo bem. Eu não conseguia olhá-lo, parecia impossível, por isso só continuava a andar com a cabeça baixa. Apertei com força os olhos, eles pareciam queimar. Que droga de sentimento era esse dentro de mim?
       Uma buzina, levantei minha cabeça, os faróis me mirando naquele fim de tarde e se aproximando. Arregalei meus olhos e senti meu corpo ser puxado para trás. Eu continuava a olhar para a rua movimentada, imaginando que um daqueles carros quase me atropelou. Eu não conseguia me mover, minhas pernas estavam tremendo.

      - Está tudo bem, viu? Você está salvo, não precisa se preocupar. – Ele me salvou. Misato me salvou. E agora estava me abraçando e dizendo aquelas palavras gentis em meu ouvido.

      Eu deveria me sentir aliviado, mas me lembrei que não era comigo que ele queria estar desse jeito. Não era a mim que ele amava. E por que diabos eu estava pensando nisso? Minha mente estava confusa e agora a única coisa que eu conseguia fazer era chorar.

       - Não precisa chorar... – Seu toque em minha cabeça só me fazia querer chorar ainda mais.
       Estávamos começando a chamar atenção das pessoas que passavam pela rua, mas eu estava pouco me importando com isso. Senti uma de suas mãos envolver meu pulso e em uma questão de segundos ele me arrastou dali. Ele me puxou para a rua de lado, onde fica a lateral do muro da faculdade, naquele momento não havia ninguém passando por ali. Ele me encostou no muro, colocando suas mãos uma em cada lado de minha cabeça. Ele planejava não me deixar sair dali?

       - Eu não entendo por que você está chorando, mas – Aproximou o rosto do meu, fazendo com que eu pudesse sentir sua respiração quente chocar-se contra meu rosto. – me faz ter vontade de te beijar. – Tenho certeza que dava pra perceber que eu estava bastante incrédulo com essa afirmação.

       Senti seus lábios sobre os meus e senti meu rosto queimar, ele estava me beijando. Infelizmente, eu caí na realidade, e mais uma vez lembrei-me que não era a mim que ele amava.
       Empurrei-o não muito forte, apenas o suficiente para afastá-lo de mim. As lágrimas rolavam constantemente por meu rosto. Não queria que ele me visse assim, eu estava patético. A única coisa que eu consegui fazer naquele momento foi correr. Eu fugi e o deixei ali, mas não imaginei que isso causaria algo tão grave.

XxXxX

       Chegou completamente esgotado a sua casa. Sua cabeça girava e seu estômago queimava, tinha a leve sensação que iria vomitar a qualquer momento. Fora impaciente e o beijou, agora tinha certeza que ele nunca mais iria querer olhar na sua cara. Entrou em seu quarto, largou a bolsa no chão e jogou-se na cama. Sabia o que viria a seguir, era só aguardar. Fechou os olhos, pensando que seria bom se eles não se abrissem novamente.
       Sua cabeça latejou ao escutar o estrondo que a porta fez ao ser aberta com violência. Seu braço foi envolvido por uma mão delicada e grandes unhas exerceram uma pressão considerável no local; aquilo certamente deixaria uma marca mais tarde. Seu corpo foi puxado, forçando-o a olhar para a mulher de cabelos da mesma cor que os seus. Ela o encarava com fúria, enquanto ele devolvia com um olhar de indiferença.

       - Eu quero que você me diga imediatamente o nome desse garoto.

       - Não. – Replicou com firmeza. As unhas afundaram-se em sua pele, podia sentir o sangue escorrendo por seu braço.

       - Resposta errada. – a mulher soltou seu braço para poder segurar seu cabelo, puxando sua cabeça para trás. – Você não vai querer saber o que eu vou fazer com você se não me disser, não é?

       - Eu nunca vou te dizer o nome dele. – Segurou um grito de dor quando sentiu ser arrastado daquele jeito, pelos cabelos, até o banheiro da casa. Quando chegou lá, a mulher o obrigou a se ajoelhar em frente da banheira.

       - Essa é sua última chance. – Mesmo com toda aquela dor, ainda sim se negou veemente a dizer. A mulher, já enfurecida, empurrou com força sua cabeça para dentro da banheira. Para piorar, ela estava cheia de sabão. Ficou submerso por um tempo, seus pulmões se comprimindo, e foi puxado para fora.

       - Um garoto amando outro garoto. – Foi submergido novamente, dessa vez engolindo um pouco de água. – Não percebe o quanto isso é nojento? – Outra vez. – E ainda por cima o trazia para dentro de casa enquanto estava fora sem minha permissão. Que tipo de coisas nojentas você fazia com ele?

       E aquilo se repetiu várias e várias vezes, até engolir uma grande quantidade de água e seus olhos ficarem vermelhos, os dois ardiam. Aquela pessoa que chamava de mãe o jogou no chão e deixou o cômodo. Colocou as duas mãos na garganta, tossindo a água que entrou por suas vias respiratórias, buscando desesperadamente o ar. Por alguns instantes, tivera a impressão que seu coração iria parar.
       Encolheu-se no chão, apertando o próprio corpo e fechou olhos. Ele não conseguia mais suportar toda essa hostilidade de sua mãe, mas iria aguentar apenas para conseguir proteger o garoto que tanto amava. Visualizou mentalmente o rosto do garoto sorridente. Akemi... E mais uma vez naquele dia, desejou nunca mais abrir os olhos.

XxXxX

       Depois do ocorrido, eu não tive coragem o suficiente pra falar com Misato, eu sempre acabava adiando para o dia seguinte. Ele parou de vir à mesma estação que a minha e não mais me esperava para irmos para casa juntos. O tempo se passou e os exames começaram, tomando todo o meu tempo e acabando com minhas chances de conversar com ele. Por fim, um mês se passara. Fazia um mês que eu não falava com Misato. Aquilo estava me preocupando e às vezes me fazia passar noites em claro rolando na cama e pensando se ele estaria bem.
       Eu estava com uma tremenda dor de cabeça naquele dia, já que eu só fui dormir quando amanheceu e não tive tempo para comer porque já estava atrasado. Koyama estava começando a ficar preocupada comigo, perguntando todos os dias se eu estava bem. Agora estava no intervalo e eu apenas esperava o próximo professor chegar à sala.

       - Akemi-kun, você tem certeza que está bem? – Ela havia parado de me chamar de Kinamoto-kun em troca de eu chamá-la de Tomoe.

       - Acho que sim. – Suspirei. Tudo aquilo era uma grande droga. Eu tinha 19 anos, estava na faculdade, mas estava agindo como uma criança. Eu sou um grande idiota.

       - Aconteceu alguma coisa entre você e o Takeda-kun? – Encarei-a surpreso, mas acabei respondendo que não. – Eu não tenho mais te visto com ele, mas antes vocês sempre andavam juntos. Mas eu estou preocupada com vocês dois. Você parece não estar dormindo direito e eu soube que o Takeda-kun chega cada dia com algum tipo de machucado... – Levantei a cabeça, atento.

       - Machucado?

       - Sim. Algumas vezes hematomas, outras ele está com alguma parte enfaixada. Também está cheio de band-aids. – Abaixei a cabeça novamente. Se antes eu estava preocupado, agora eu tinha definitivamente que vê-lo.

       O fato é que o dia passou, as aulas acabaram e no fim acabei não falando com ele. Além de idiota, eu também era um covarde. Suspirei, enquanto andava pela rua. Bem, por hoje a única coisa que eu poderia fazer era ir pra casa e me preocupar com minha faculdade.
       Parei em frente à estação, meu celular tocava em meu bolso. Peguei-o e olhei a nova mensagem, era de Misato. Eu estou te preocupando, não é? Não precisa mais se incomodar comigo, eu prometo que vou desaparecer pra sempre. Desculpa. Arregalei os olhos. Aquilo era uma despedida. Uma despedida definitiva. Não era verdade, não é? Aquilo não podia estar acontecendo, definitivamente não podia. Desaparecer? Como assim desaparecer? Ele na iria se suicidar... Iria? Eu não conseguia mais pensar em nada sem ser encontrar Misato e comecei a correr. Dessa vez não fugindo dele, mas indo atrás dele.
       Eu não conseguia pensar onde ele poderia estar, mas com certeza não era em casa, já que nesse horário geralmente sua mãe está lá. Eu não sabia para onde, eu apenas corria o mais rápido que minhas pernas me permitiam. Meu pai costumava me levar ao parque perto do lago. Lá é muito bonito e está sempre vazio. Algum dia, eu vou te levar comigo até lá, Ake. Era isso...! O parque! Mudei drasticamente para a direção contrária a qual eu estava indo, correndo ainda mais rápido. Meu coração apertava dentro de meu peito e as lágrimas acumulavam-se no canto dos meus olhos.
       Quando cheguei lá, olhei ao redor, buscando algum sinal de que ele estava ali. Percebi que ali tinha várias árvores, um pequeno bosque, e eu não conseguia vê-lo direito dali. Adentrei no meio daquelas árvores e ao ir um pouco mais fundo espantei-me ao ver sangue abaixo de meus pés. Engoli em seco, seguindo a trilha vermelha e dando de cara com o corpo pálido de Misato. Senti um calafrio e não consegui me sustentar sobre minhas pernas, caindo ajoelhado ao seu lado. Seu corpo estava deitando na grama e em seu pulso direito estava com um corte profundo. Agarrei com força se corpo num abraço desesperado. Arranquei um pedaço da manga da minha blusa e enrolei em seu pulso.

       - Por favor, não morra agora. Não agora. – Levantei com dificuldade seu corpo e o apoiei em meu ombro. – Aguente mais um pouco, você não pode morrer. Eu prometo que vou cantar pra você, mas não morra. Não morra depois de fazer eu me apaixonar por você! Eu quero viver ao seu lado, então não morra! – Eu andava o carregando e chorava. Chorava porque eu não queria perdê-lo. Chorava porque eu o amava.

XxXxX

       O garoto abriu lentamente os olhos e encarou confuso as paredes brancas. Seu corpo aprecia formigar. Moveu cada um de seus dedos, apenas para confirmar que podia se mexer. Levantou seu braço direito, vendo que seu pulso estava enfaixado e estava recebendo soro pela veia. Tentou mexer o outro braço, mas algo pesado o impedia. Virou a cabeça com cuidado e encarou o garoto de cabelos castanhos que dormia sentado a uma cadeira enquanto pousava delicadamente a mão sobre a sua. Então ele havia o salvado... Mais uma vez dera preocupações para o garoto. Suspirou pesadamente, cansado.
       Sua mãe nem deveria estar sentindo sua falta, ela não se importava mesmo. Provavelmente, ela tinha vontade que morresse desde a morte de seu pai, mas não o fazia ela mesma porque não queria ser presa.
       Voltou novamente sua atenção para o menor que agora estava a acordar, esticando os braços para cima e dando um longo bocejo. Ele abriu os olhos preguiçosamente e mirou o rosto do garoto loiro.

       - Você acordou... Você realmente acordou... – E mais uma vez ele começara chorar, abraçando o corpo do garoto mais alto. – Misato!

       - Você chora demais, idiota. – Devolveu o abraço com apenas um braço. – Mas até que você fica fofo com essa cara de choro.

       - Seu grande idiota, nunca mais faça isso, nunca mais! Se você tentar se matar de novo, eu mesmo te mato! Eu achei que nunca mais iria te ver... - Misato sentia seu peito ficar molhado com as lágrimas do pequeno.

       - Certo, certo. Agora pare de chorar. – Akemi levantou o rosto e o encarou, secando as lágrimas.

       - Misato, venha morar comigo. – O loiro o olhou incrédulo. – Eu... Fiquei sabendo sobre a sua mãe. Por favor, eu não quero que você sofra mais. Eu já falei com os meus pais e expliquei a situação, eles disseram que não tem problema.

       - Acho que tudo bem em aceitar, certo? – O menor sorriu feliz. Por um instante pensou em sua mãe, mas era estupidez fazer isso depois de tudo aquilo.

       - Misato...

       - Hm?

       - Eu te amo. – Foi a vez de o loiro sorrir, fazendo carinho na cabeça do garoto.

       - Eu também te amo, você não imagina o quanto. – Trocaram um beijo simples, apenas um encostar de lábios; mas era o suficiente para provar que se amavam.

       Ficaram um bom tempo assim, apenas abraçados. Os dois pensaram consigo mesmo, apenas em suas mentes, que amariam aquela pessoa em seus braços por toda a eternidade.

6 comentários:

  1. adorei essa fanfic, incrível! quase chorei no final lol
    parabéns izako-chan, vc escreve muito bem!

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    1. *chorando de alegria* Arigatou! *u* Digamos que eu sou especialista em dramas xD
      Fico feliz q tenha gostado, arigatou! *u*

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  2. ASDFGHKJLÇ PQP MANO ESSA FANFIC MANO, ESSA FANFIC NÃO IMPORTA SE NÃO VENCER O CONCURSO, É BEST FOREVER DRAMA ORIGINAL LINDA FOFA ASDFGHJKLÇ -q
    Adorei MUITO Izako-chan!! Ela foi postada mês passada, né? Mas eu nem vi porque eu não acompanho o kawaii candy (sorry dona do blog -q) então demorei pacas pra voltar aqui e ver tua fanfic. Mas nossa, ela é tão maravilhosa, Meu Deus! Se vc posta ela no Nyah ou algo do tipo me fala pra mim deixar coment e favoritar, please ^^ (assim eu posso relê-la XD) ... Simplesmente, a melhor S2

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    1. Arigatou!!! *O* *morrendo de felicidade* Sério que você gostou tanto assim?! *u* *vomita arco-íris*
      Hai, mês passado :3 Tudo bem, pelo menos você leu ^^
      Aqui link no N!F: http://www.fanfiction.com.br/historia/253473/To_Eternity/
      Kisu e arigatou! *3*

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  3. Amei a Fic! Realmente linda!

    Você aceita parceria? Adoraria divulga-la em meu blog

    cantinhodadrw.blogspot.com.br

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Obrigada por ler ^.^ Deixe-nos felizes e saltitantes ao colocar sua opinião/critica/elogio/xingamento/desabafo/qualqueroutracoisa aqui e.e hehe